InforBANCA 118 - IFB

InforBANCA 118

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Edição InforBanca em PDF

Votos de um excelente 2020 a todos os leitores da inforBANCA.

O IFB celebrou, a 10 de janeiro último, o seu 40º aniversário. É, sem dúvida, um marco relevante na vida do Instituto e um sinal de vitalidade organizacional. Nos últimos anos as transformações e exigências foram muitas, tendo ficado reafirmada a relevância da missão desempenhada pelo IFB. O IFB está ainda mais forte e determinado no serviço aos Bancos e grato a todos quantos ao longo destes 40 anos trabalharam e continuam a trabalhar no cumprimento da sua Missão.

O trabalho que o IFB desenvolve ao serviço do Sector tem sido, ao longo destes 40 anos, objecto de referências, orais e escritas, muito elogiosas, por parte dos seus formandos e, dentro destes, dos mais prestigiados líderes das Instituições Financeiras. Continuamos e continuaremos a criar e a produzir conhecimento, por nós próprios e em parceria com os grandes especialistas e as melhores Universidades do Mundo, para vos darmos as ferramentas que permitam que a Banca Portuguesa vença os desafios profundos que hoje se lhe põe e seja cada vez mais competitiva. 

Por isso, em 2020, o IFB continuará seguindo o lema que traduz a sua Missão: Conhecimento e Visão de Futuro. 

Neste primeiro número de 2020, a inforBanca pretende analisar os principais aspetos que influenciam e condicionam o negócio bancário, deixando também pistas sobre o que se espera no futuro próximo.

Fernando Faria de Oliveira traça os desafios da Banca, identifica fatores que interferem nas condições de exploração do sector e equaciona condicionantes e desafios, reafirmando a importância de uma Banca forte, moderna e confiável, capaz de servir o País e os cidadãos.

Miguel Maya e Licínio Pina, partilham connosco a sua visão sobre o futuro da Banca refletindo em particular sobre as competências mais necessárias nos profissionais. Abordam o premente tema da tecnologia e da sua relevância, frisando que são as pessoas e o talento os fatores diferenciadores das instituições e do negócio.

Alexandra Maniati debate o tema central da cibersegurança e da transformação digital no sector bancário.

Luís Saramago aborda o incontornável tema da sustentabilidade e do financiamento sustentável frisando as razões para o aumento substancial da sua relevância.

Tarja Kallonen apresenta um interessante estudo realizado nos países nórdicos, que demonstra que o desenvolvimento de competências cria e aumenta produtividade e bem-estar. 

A rúbrica “O Sector Bancário num minuto” apresenta os dados mais recentes que permitem analisar o desempenho do sector.

Catarina Cardoso reflete sobre as taxas de juros dos depósitos e discute o impacto das restrições regulamentares nacionais bem como os constrangimentos que as mesmas trazem aos bancos Portugueses em termos de competitividade no contexto da União Bancária.

No artigo Eonia - €STR, Maria João Reis aborda os desenvolvimentos recentes sobre a Eonia, discutindo os efeitos da sua alteração e da sua substituição pela €STR, e produzindo recomendações de aplicação urgente para os participantes no mercado. 

António Henriques desafia as instituições financeiras de pequena dimensão a cooperarem entre si, propondo um outro modelo de funcionamento, sustentado na gestão conjunta de atividades e processo internos, que dê àquelas Instituições capacidade para concorrerem com as instituições de maior dimensão.

No seu artigo, Bernardo Ivo Cruz sublinha que criar as condições para um desenvolvimento sustentável tem como pressuposto subjacente a necessidade de uma melhoria drástica da cooperação entre os diferentes atores.

Joana Rodrigues e Rita Machado, dão a conhecer uma ação do programa de Educação Financeira da APB partilhando os trabalhos vencedores do Innovation Challenge. É uma forma de conhecermos a visão que os jovens têm de produtos e serviços que entendem úteis virem a ser integrados nos bancos.