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InforBANCA 108

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EDITORIAL

Depois de um Verão reparador em que nos permitimos ser "cigarra", Setembro é o mês de retomar o trilho da "formiga". Vamos então ao trabalho!
Este número da InforBANCA inclui oito artigos e o "Snapshot do sector bancário e empresarial em Portugal" que, com a colaboração da APB, passará a fazer parte do alinhamento regular desta revista.
Cristina Casalinho, no artigo "União Bancária: avanços recentes e futuros desenvolvimentos" faz o balanço e analisa o tema, tão atual, da União Bancária que surgiu como resposta da União Europeia aos desafios criados com as crises financeira de 2008 e das dívidas soberanas de 2010/2011.
João Amaral Tomaz faz uma reflexão crítica sobre a DMIF II e as Orientações da ESMA em termos de avaliação de conhecimentos e competências exigidos, no seu artigo sob o título " Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas…"
Nuno Sampayo Ribeiro, apresenta mais um pertinente artigo na esfera da Economia Reputacional "Cibercrime e a reputação de cofre-forte", onde identifica os riscos colocados pelo cibercrime, sempre na linha pedagógica de convidar o leitor a aumentar o seu conhecimento e reflexão sobre estas temáticas, no sentido de provocar uma mudança de perceção da realidade e, consequentemente, de comportamentos.
António Henriques escreve sobre "Arquitetura Organizacional das Instituições Financeiras: Benchmark e Motor de controlo Interno", apresentando a sua reflexão sobre a importância de encontrar um modelo eficaz de controlo interno que aumente, nas instituições financeiras e tendo na base a sua estrutura, a capacidade preditiva de problemas, terminando com um exercício que é simultaneamente um desafio ao leitor.
Isabel Viegas no artigo "A Diversidade de Género no Santander Totta", partilha com os leitores a experiência do Banco Santander nesta temática, contribuindo deste modo para o conhecimento de como é possível compatibilizar, numa instituição financeira com dimensão e sucesso, a atenção ao individuo e o respeito pela diversidade.
Christos Gortsos, no artigo "A função de credor de último recurso a instituições de crédito solventes na zona euro antes e depois da criação do Mecanismo Único de Supervisão (MUS)" analisa, entre outros aspetos, o papel do BCE e os potenciais conflitos de interesse que possam emergir da sua função enquanto autoridade monetária e credor de último recurso a instituições de crédito.
Last but not least, publicamos o relevante Discurso da Rainha Máxima da Holanda sobre "Inclusão Financeira" na reunião do Board da Federação Bancária Europeia, no mês de maio, em Amesterdão. Fica clara a influência desta "liderança iluminada" na posição de destaque que a Holanda revela perante esta temática.
Espreite, também, as nossas sugestões Lifestyle para a estação outono-inverno…
Boas leituras!
Ana Terras